Minhas preces foram atendidas: I Am Alive vai ganhar versão para PC 5


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 Já tinha perdido as minhas esperanças de poder jogar I Am Alive no meu fiel companheiro de horas a fio de jogatina, PC. Tudo isso porque a Ubisoft já tinha deixado bem claro que não criaria o jogo para a minha plataforma favorita devido ao grande número de pirataria. O tempo passa, o tempo voa, e agora, seis meses após o lançamento para o Xbox 360, a Ubisoft voltou atrás com a sua palavra, e agora afirma que no dia 13 de Setembro de 2012 poderemos desfrutar do mundo pós apocalíptico e da batalha pela sobrevivência em I Am Alive.

Esse que vos escreve só vê a sua lista de jogos crescendo no Steam, mas nada de poder jogá-los. Para vocês terem uma ideia do meu atraso, ainda preciso finalizar Fallout 3, The Elder Scrolls IV: Oblivion, Batman: Arkham Asylum e uma penca de outros jogos. Ou seja: Gamer da depressão. :/

[via RPS]

  • Pois é Igor,
    Só que isso não está com cara de “investimento” ou consideração(até mesmo porque no capitalismo isso não quer dizer nada) mas a liberação do I Am Alive para PC tá com cara de expansão para sobrevivência ou a última cartada. O jogo veio cheios de problemas ( http://www.youtube.com/watch?v=ysQ9cHT_h9Q ), não vendeu muito bem, recebeu fortes críticas por conta de técnicas datadas e atrasos. Inclusive, pessoalmente, acredito ser um excelente título apesar de ter jogado apenas a demo – a história promete muito.

    Então só resto: PC, por que não?
    Estimou-se que alguns jogos a taxa de pirataria chegou a 98% dos jogadores. O PC não é uma opção de plataforma, talvez o suspiro sejam os clouds services como a steam, mas vejamos com vai ficar, não é?

    • A Ubisoft chora muito, mas tá faturando rios de dinheiro como poucas publishers. E apesar de errado, esse assunto sobre pirataria sempre foi polêmico. Muitos apontam a pirataria inclusive como algo benéfico para a indústria. Agora quanto aos inúmeros defeitos de glitches e etc de I Am Alive, contanto que o mesmo chegue aos PCs, já me sinto para lá de satisfeito (isso quando eu tiver tempo para jogar). 😛

      • Edward Facundo

        Como algo benéfico a industria? tu estás falando daquele artigo com pés fora da realida na gamasutra ou estás falando daquela ladainha “se não fosse os jogos piratas não teriamos jogos no brasil”?

        Em ambos os casos não refleti muito a realidade per si, ou pelo menos são pontos de vistas que foram debatidos a exaustão e não sobreviveram ao crivo da realidade. Pirataria não faz NENHUM bem a ninguém da industria, nem aqui e nem em nenhum lugar.

        Outros jogos foram também portados – caso não me engane o Dark Souls – e a comunidade já chiou dizendo que não era aquilo que eles queriam. 🙁

        No caso da Ubi em especifico ela não é só publisher como tem muitos pequenos estúdios espalhados, ela tá na ponta e no centro e ela sente o peso das más escolhas que ela pode fazer. Chorar ela chora mesmo, e recentemente tem demonstrado algumas declarações alarmantes, realistas ou não. A industria tá passando pelo pico de atuância e tá chegando a lei da sobrevivência para muitos do mercado.

        • Amigo Toy (@facebook-100000545761639:disqus), não adianta chamar a pirataria de feia, boba e chata, e apontar o dedo para ela e dizer que ela não traz NENHUM benefício a indústria. O mundo não é só de preto e branco. E sim, essa opinião é baseada TAMBÉM em um texto da Gamasutra, na verdade em uma porção deles: http://goo.gl/NCM0C, http://goo.gl/3kwpo, http://goo.gl/gTxIR, http://goo.gl/Dp5mx e inclusive um não tão favorável a pirataria do Eurogamer (http://goo.gl/ydK38).

          Uma tecla que muitos batem é a de que a pessoa que pratica pirataria não é o público alvo da indústria, mas esse mesmo pode se tornar um consumidor em potencial. E veja que não estou aqui defendendo ou justificando a pirataria, apesar de já a ter praticado como muitos dos que conheço, e não me espantaria se você também fizesse parte desse time de ex-piratas.

          Pirataria é um assunto que gera bastante polêmica e opiniões diversas, mas não compartilho dessa que só a vê APENAS como maléfica. Até na pior das trevas há algo positivo a se tirar, inclusive decorrente da pirataria. O free-to-play é prova disso, uma nova forma de negócio que surgiu da tentativa de “burlar” a pirataria. ^^

  • Guest

    O problema é que pode estar ultrapassada essa forma de cobrar pelos produtos. A indústria de mídia/software deveria se antenar e criar novas formas de lucratividade oferecendo um produto “gratuito” opcional gerando lucro através de outras fontes como o marketing e o crow funding.
    Os empresarios ficam viciados nos lucros e querem secar o poço, nesse processo impedem o surgimento de novos modos de lucrar.
    O dono do Megaupload quem o diga, foi lançar um serviço que disponibilizava músicas gratuitas gerando lucro direto aos detentores dos direitos das obras e acabou sendo preso dias antes do serviço entrar no ar.
    No fim das contas estes exemplos fósseis empresairais vão todos sendo extintos caso não se adaptem à essa nova realidade, ou travam de vez os avanços tecnológicos/culturais do planeta pra manter à salvo seus lucros. Neste cenário, prefiro que ocorra a primeira opção.