Batman: O cavaleiro das trevas ressurge – A lenda termina de forma linda!


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Eu praticamente estou aqui ressurgindo junto com o Batman de tanto tempo que estou sem postar (e não basta voltar, tem que fazer piadinha bestas, pra garantir a plateia, né?). E a primeira coisa que meu fiel e favorito companheiro de filme (Igor Queiroz) falou assim que acabou o filme foi (depois de quase gritar “que filme f$%da!): Não tem como comparar os filmes de super heróis, cada um tem o seu estilo. E assim eu começo essa minha humilde análise: Não tem como dar notas comparativas para cada filme baseado em HQ (mesmo achando o Batman muito melhor do que O Espetacular Homem-Aranha). Cada um com a sua respectiva produção conseguiu finalizar de forma feliz seu projeto atendendo seus respectivos públicos.

Mas, quando falamos do nosso querido homem-morcego, também estamos falando de Christopher Nolan, que depois do sucesso em A Origem (Inception), finaliza uma trilogia com maestria, atingindo todos os seus objetivos. O diretor europeu tornou Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises) em uma adaptação incrível.  O longa é surpreendente do começo ao fim (mesmo quando em algumas cenas do início senti falta de mais drama na trilha – um pensamento que logo passou), com um desenrolar genial, onde mesmo com muitas informações ainda para passar, conseguiu encaixar, explicar e comunicar de forma clara (com entre linhas, muitas vezes) que levaram a um final lindo e fantástico. Aquele The End que já bate uma saudade, e uma vontade de eu quero mais!, mas sem deixar porquês nem buracos no roteiro (que eu nem preciso falar que é lindo, né?).

Nas edições, efeitos visuais e sonoros o filme não deixou nada a desejar,  Batman está ainda mais atrevido e ousado com seus apetrechos com todo o ar de superioridade que ele merece. A trilha é fantasticamente envolvente, a cada cena unida a trilha, fazia os espectadores pularem e respirarem fundo de tanta emoção que sentíamos. O bom moço, que não usa armas, consegue manter a classe que sempre teve na hora de lutar, sem falar na Mulher Gato com suas habilidades e sensibilidade sem igual.

Outro aspecto que não posso deixar de comentar é sobre os personagens. Christian Bale, que desde o início encarnou o personagem  do riquinho, bem nascido e problemático Bruce Wayne (Batman), que, como todo super herói encara seus problemas de uma forma mais diferente do que as “pessoas normais”, Anne Hathaway pela primeira vez como Selina Kyle (Mulher Gato) e na minha opinião, já pode ser considerada a the best para o papel (sou suspeita para falar a respeito, sou uma big fã da atriz), a forma como desenrolam a relação da Mulher Gato versus Batman ficou bastante próximo dos quadrinhos. Michael Caine como Alfred, nesse caso, seja lá qual for o filme, esse ator só tem cara de mordomo (fato).  Morgan Freeman é nada mais, nada menos que Lucius Fox, Gary Oldman é o comissário Gordon (o cara já tem cara de quem está atolado nos próprios segredos), Marion Cotillard no papel de Miranda Tate (aquela que no início você pensa que qualquer atriz poderia fazer esse papel, e no desenrolar da história você entende porque ela tem cara de ‘nada’). Tom Hardy encara o vilão quase invencível, Bane,  e, finalmente, o Joseph Gordon-Levitt como John Blake, um personagem com um papel quase tão importante quanto o de Bruce Wayne, com toda uma problemática que é mostrada e explicada durante toda a trama e somente no final, você entende o porquê. De todos, o Joseph (bem íntima) foi aquele que mais casou com o personagem, talvez por conta de sua filmografia ter um história doce e coerente com o papel desenvolvido para esse.

E da mesma forma que comecei o artigo sem querer comparar, pois cada um com seu estilo, mas sem sombras de dúvidas, esse filme vai para a minha lista de favoritos e para a lista do Who’s Nerd?, sem dúvidas!


Sobre Helosa Araújo

Graduada em Publicidade e Propaganda e especialista em Moda e Comunicação pela Universidade de Fortaleza, eterna estudante e pesquisadora (tendo como principais temas a fotografia, sociedade, cultura e etnias) e dona do blog Tem Na Fotografia. Teve seu primeiro contato com a fotografia (propriamente dita) em 2005 e depois de trabalhar em vários setores da comunicação se entregou aos clicks em 2007 e hoje não sabe ver uma cena sem um determinado olhar crítico pensando em uma forma de enquadrá-la. Profissionalmente falando, Helosa vivia dividida entre várias categorias da fotografia, passeou como freelancer pela fotografia Social, de Moda, Publicitária, Newborn e Documental, hoje, repórter fotográfica do jornal Diário do Nordeste tenta cumprir o seu papel de comunicadora visual usando a fotografia como sua principal ferramenta.