Finalmente, Madagascar 3: Os procurados


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Ultimamente a sensação que eu tenho é que os diretores e as produtoras de cinema se aproveitam quando um filme pega uma fama e fazem várias partes do mesmo, chegando a não ter mais nem história para contar. Nesse caso, o Madagascar ganhou milhões de pontos comigo (claro, deixando de lado o fato de que Madagascar é uma das minhas animações favoritas). Bom, mas isso foi só para introduzir, chego já lá! 😉

A Saga ‘Madagascar‘ seguiu a linha certinho: atingiu seus pontos, lotou bilheterias, agradou direitinho seu público, superou a criatividade, sem falar nos roteiros inteligentes e tempos bem divididos em início, meio e fim. Hoje, a DreamWorks prova que animação não é apenas um estilo, nem muito menos ‘filme de criança’, mas uma categoria cinematográfica (e nós sabemos que não é de hoje), que a cada filme se supera.

Ao assistir Madagascar 3: Os procurados (que tive a infelicidade de assistir a versão dublada), a minha primeira observação foi  qualidade da edição 3D. É realmente bem superior as outras duas primeiras edições. E eu nem assisti em 3D, mas as texturas, os movimentos dos animais, os olhos vivos, as patas, focinhos, e detalhes que fizeram muita diferença na qualidade do filme. Sensacional!

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Apaixonada por filme, animação, e por Madagascar, eu já teria parado por aí, mas no desenrolar da história, com os três mosqueteiros Alex (leão), Melman (girafa), Marty (zebra) e a lady Glória (Hipopótama), em uma situação mais elevada que a anterior (no sentido da personalidade), com seus problemas pessoais individuais bem resolvidos e tudo mais, e em ação, eu já tinha atingido meu estágio máximo de afeição pelo filme (legenda: eu fazia a mesma cara de alegria que a minha sobrinha de 9 anos fazia ao meu lado).

Bom, para quem leu sobre as nossas expectativas para o filme, e quem acompanhou os outros dois, sabe que o grande problema do longa e dos protagonistas era: Voltar para New York City, ou melhor, Voltar para o zoológico de New York City. E todos esperavam que o terceiro e (quem sabe) último filme da saga, conseguisse resolver esse problema ou enrolasse chegando a se perder na história.

Os quatro belíssimos animais que estavam acostumados com bons tratos, vida mansa, comida boa, dão de cara com a floresta, com aventuras e com o local de origem de suas espécies. E isso tudo me intrigava (mas de uma forma curiosa), mesmo sabendo da melhor das intenções de muitos zoológicos, lugar de animal selvagem é na floresta. Pois é aí que eu chego ao meu ápice de entrosamento com o filme (legenda: cara de abestada, ponto). E o longa do diretor e roteirista Eric Darnell (que se supera a cada filme), resolve de forma feliz o problema dos nossos animais favoritos (os detalhes vocês vão descobrir assistindo).

O que eu também não posso deixar de comentar é sobre os novos personagens, que adicionaram novos valores aos personagens protagonistas. O Alex (o leão, rei de New York) encontra uma outra bichana para compartilhar o brilho junto, Marty (a zebra mais palhaça de todas) não é mais o único a ser ‘pateta’ do grupo. O Rei Julian, finalmente se dedica a um outro animal, esquecendo de vangloriar o seu próprio ego (uma história que é traçada quase que paralelamente). Glória e Melman, bem, vocês sabem!

Eu nem preciso dizer que o Who’s Nerd? indica, né?


Sobre Helosa Araújo

Graduada em Publicidade e Propaganda e especialista em Moda e Comunicação pela Universidade de Fortaleza, eterna estudante e pesquisadora (tendo como principais temas a fotografia, sociedade, cultura e etnias) e dona do blog Tem Na Fotografia. Teve seu primeiro contato com a fotografia (propriamente dita) em 2005 e depois de trabalhar em vários setores da comunicação se entregou aos clicks em 2007 e hoje não sabe ver uma cena sem um determinado olhar crítico pensando em uma forma de enquadrá-la. Profissionalmente falando, Helosa vivia dividida entre várias categorias da fotografia, passeou como freelancer pela fotografia Social, de Moda, Publicitária, Newborn e Documental, hoje, repórter fotográfica do jornal Diário do Nordeste tenta cumprir o seu papel de comunicadora visual usando a fotografia como sua principal ferramenta.