Considerações sobre o primeiro episódio de Saint Seiya Omega


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Primeiramente, gostaria de falar do ponto mais forte, até então, dessa nova animação de Saint Seiya Omega (Cavaleiros do Zodíaco Ômega). No caso, a introdução. Que abertura é essa, meu amigo? Toda vez que ouço a palavra remasterização, ou coisa parecida, fico com o pé atrás, com medo de estragarem a versão original. Bem, não aconteceu com Saint Seiya Omega. Não mesmo. Tanto a sonoridade, quanto a animação, estão de muito bom gosto, e vocês podem conferi-la logo abaixo em HD para o seu deleite.

Agora vamos aos outros pontos, começando pela história. Se formos comparar o início de Seiya com o início de Kouga, podemos dizer que Seiya está anos luz a frente do seu sucessor. A começar pela determinação. Enquanto Seiya era pura determinação, Kouga parece mais um garoto mimado que só deseja estar debaixo da saia de Saori. Isso me deixou um pouco descontente com a personalidade do novo protagonista, mas espero que nos próximos episódios esse estilo Shinji Like desapareça. No mais, pouca coisa foi contada. Apenas um dos novos cavaleiros foi apresentado, assim como o novo inimigo da trama, o tal de Mars.

A grande bomba fica com a morte de Seiya logo nos primeiros momentos do episódio. Ao que parece Saori espera fortemente que Kouga consiga se tornar o novo cavaleiro de Pégaso, para que assim possa salvá-la da nova problemática da vez, uma espécie de cosmo negro que está se alastrando pelo corpo dela. E para essa missão de tornar Kouga o novo cavaleiro de Pégaso quem ficou encarregada foi a amazona Shaina (que aqui no Brasil era conhecida como Shina). Fora isso, só mesmo uma aparição de um Tatsumi mais velho com um bigodão imoral para ilustrar a parte cômica do episódio.

Quanto aos traços, gostei bastante. Não podemos comparar com os OVAs, sabendo que OVAs são feitos para serem curtos e com mais tempo para serem feitos os episódios. Daí, volto a dizer que os traços estão bons sim. A única reclamação fica por essa história dos cristais guardarem as armaduras, em vez das clássicas caixas que estávamos acostumados a ver.

Ainda é muito cedo para fazer uma crítica severa ou construtiva a respeito de Saint Seiya Omega, mas por enquanto estou gostando bastante do potencial da série. Veremos.