Moneyball: O homem que virou o jogo


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Para terminar BEM o Carnaval e com grande estilo, é claro que nós do Who’s Nerd? fomos ao cinema! E o filme escolhido foi O homem que virou o jogo (Moneyball). A princípio, fomos sem muitas expectativa, afinal, final de feriado, sessão corujão, não tínhamos muitas opções, o que acabou sendo uma ótima escolha. Esse não é um filme que escolhemos para assistir no cinema normalmente, apesar de ter um cartaz bastante chamativo e o Brad Pitt como ator principal, transparece ser um filme “paradão” (como costumamos falar).

E na verdade foi, um filme levemente parado, só que com uma história sólida, o que demonstra um roteiro bem adaptado (estamos falando de uma história real, baseado no livro Moneyball: The Art of Winning an Unfair Game de Michael Lewis) e sem muitas interferências do autor, e possui mais de um ápice (momentos X) no filme, que dá leves movimentos emotivos e o que te faz sentir aquele friozinho na barriga.

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Duas coisas muito legais nesse filme: Primeiro é não precisar entender ou gostar muito de baseball para gostar desse filme, ele não exige que você saiba sobre o assunto e nem te força a ver cenas de jogos que as vezes são cansativas. E segundo, o final do filme foge do padrão considerado clichê ou esperado, e finaliza de uma forma bastante simples e criativa.

Deve ter sido difícil para Bennett Miller e Steven Zaillian dirigir/escrever um filme sobre a vida de alguém ainda viva, não é a toa que foi indicado a seis Óscares, vide a lista de indicados ao Óscar de 2012.


Sobre Helosa Araújo

Graduada em Publicidade e Propaganda e especialista em Moda e Comunicação pela Universidade de Fortaleza, eterna estudante e pesquisadora (tendo como principais temas a fotografia, sociedade, cultura e etnias) e dona do blog Tem Na Fotografia. Teve seu primeiro contato com a fotografia (propriamente dita) em 2005 e depois de trabalhar em vários setores da comunicação se entregou aos clicks em 2007 e hoje não sabe ver uma cena sem um determinado olhar crítico pensando em uma forma de enquadrá-la. Profissionalmente falando, Helosa vivia dividida entre várias categorias da fotografia, passeou como freelancer pela fotografia Social, de Moda, Publicitária, Newborn e Documental, hoje, repórter fotográfica do jornal Diário do Nordeste tenta cumprir o seu papel de comunicadora visual usando a fotografia como sua principal ferramenta.