Requiescat in Pace – Assassin’s Creed


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Sabe quando você se pergunta: Por quê eu nunca joguei esse jogo antes? É o que tenho me perguntado recentemente. E sobre um jogo nem tão novo e nem tão velho assim, Assassin’s Creed. Leitor, que jogão! Nunca imaginei que pudesse perder tanto tempo(se é que é realmente perda de tempo) pensando em como resolver uma missão ou quest da maneira mais eficiente possível. Só tem um porém, comecei jogando Assassin’s Creed: Bloodlines, para PSP.

Assassin's Creed: Bloodlines

Acredite, essa não é a melhor maneira de iniciar na série. O jogo em si não é ruim, mas perdeu muitos aspectos em relação ao jogo original. Lembro que na época achei incrível a possibilidade de subir em qualquer local do cenário, já que Altaïr só precisava de uma rachadura na parede para poder usá-la como escada. A história do jogo é outro ponto que quem não jogou o original provavelmente vai ficar muito perdido na trama, já que aspectos gerais são passados e apenas de vez em quando ao jogador, em cenas entre os “blocos de memória”.

Assassin's Creed II

Tendo passado por essa experiência, e tendo lido reviews negativas aos montes sobre o primeiro título, que na época estava com um hype lá em cima, deixei a série meio que de lado para quem sabe um futuro próximo. Só que esse futuro próximo aconteceu só no final do ano passado, quando comprei baratinho pela PSN o Assassin’s Creed II com todas as DLC’s e daí, não consegui mais parar de jogar. Aproveitei que essa mesma promoção oferecia também um desconto muito bom no Assassin’s Creed: Brotherhood, também com todas as DLC’s, e já adquiri logo a sequência direta do segundo jogo. Apesar de já ter feito a compra, decidi que só jogaria Brotherhood depois de terminar o Assassin’s Creed II. O problema, ou não, é que estava muito envolvido no segundo título e só passei ao jogo seguinte depois de concluir todas as quests, pegar todos os baús, penas etc.

Assassin's Creed: Brotherhood

Feito isso passei ao Brotherhood. Tudo que o segundo jogo tinha de bom foi mantido e foram acrescentados mais elementos a ele, como a possibilidade de recrutar assassinos para ajudá-lo nas missões ou mandando pela Europa realizando missões em favor de sua Irmandade ou a restauração de Roma, gerando lucros para o jogador a medida que a cidade é restaurada e até mesmo um modo online com várias variações de jogo. Claro que nem tudo são flores nesses jogos, mas o que importa é o contexto geral. Pra quem ainda não conhece a jogabilidade da série, é algo como um “Sandbox” com missões principais e outras em paralelo, não obrigatórias, mas que fortalece ainda mais sua história.

Desenvolvedora do projeto Animus

Aliás, história é um dos grandes pontos fortes da série. Particularmente acredito que o nível de complexidade no entendimento de toda a história, Assassin’s Creed só perde para uma outra série ultra-mega-power-motherfucker: Metal Gear Solid e não Solid (só Metal Gear mesmo). Até onde entendi, a trama gira em torno de Desmond Miles, que é exposto a um experimento desenvolvido pelos laboratórios Abstergo que o permitirá reviver memórias através de um supercomputador chamado Animus. Revivendo suas memórias ancestrais cravadas em seu DNA, Desmond deve descobrir onde está, nos dias de hoje, um artefato misterioso chamado de “Apple of Eden” ou Maçã do Éden, referência clara ao fruto proibido no mito da criação de Adão e Eva. Tal artefato daria ao seu possuidor, o conhecimento absoluto sobre todas as coisas. TRADUZINDO: Se conhecimento é poder, quem possuir o artefato, será um novo deus.

Desmond Miles em Assassin's Creed: Brotherhood

No momento estou jogando o último da série, Assassin’s Creed: Revelations em revezamento com o jogo original, Assassin’s Creed e até agora tenho gostado muito dos jogos. O primeiro jogo é muito melhor que o título de PSP e não me refiro a gráficos, mas principalmente na jogabilidade. Se quer iniciar na série siga meu conselho: não julgue toda a obra por Assassin’s Creed: Bloodlines. Foi o que eu fiz e me arrependo amargamente de não ter acrescentado a série na minha lista de favoritos anteriormente.
Agora uma pausa para o: “Momento Mamilos”

Ezio é melhor que Altaïr!

Assassin's Creed: Revelations

Fim do “Momento Mamilos”.


Sobre Valder Bomfim

Apaixonado por games desde os 5 anos de idade quando dei meu 1º soco em "Alex Kidd in the Miracle World" e sonhando que um dia conflitos armados possam ser feitos exclusivamente por ambientes virtuais ultra-realistas. Ando me desdobrando em 3 para seguir meus objetivos, que é atuar no setor de jogos nacional de alguma forma, se possível produzindo meus próprios projetos.