Equipe de magias em Wall-E


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O filme Wall-E deixou todos os espectadores encantados com sua história, personagens, áudio e efeitos visuais. Era lançado, então, o melhor filme em animação. Melhor até para os leigos e admiradores mais distantes do mundo do cinema.

Wall-E além de trazer um roteiro inovador com histórias futuristas abordando problemas atuais, trouxe efeitos sonoros e visuais encantadores. Tudo isso veio de uma interferência de Star Wars. A começar por Burt, dublador do robô Wall-E e do robô M-O (o robozinho neurótico por limpeza), esse mesmo dublador é o responsável pelos papéis mais importantes dos efeitos sonoros: Designer de Som, Técnico de Som e regravação e supervisão de edição de som. E é daí que vem as interferências de Star Wars, Burt  foi o dublador de ninguém mais, ninguém menos que o R2-D2 (aquele simpático e prestativo robô do espaço) além de fazer parte da equipe de efeitos sonoros de toda a saga Star Wars. E essa não é a única interferência, o produtor do filme, Jim Morris participou também da produção de Star Wars. Mas não se trata apenas de Star Wars, se trata que uma equipe bem preparada com filmografias pesadas nas costas. Assim como a trilha original do filme, foi composta por Thomas Newman (indicado 8 vezes ao óscar) que trabalhou também em Procurando Nemo.

Além de uma produção mágica, Wall-E caprichou também com seu elenco de dubladores. Além do Burt, que fora Star Wars, fez E.T. – O Extraterrestre e Indiana Jones, na voz do robô romântico Wall-E e o desastrado M-O, Temos John Ratzenberger de Toy Story  na voz de John, Kathy Najimy atriz de Mudança de Hábito na voz de Marry, Jeff Garlin interpretando o Capitão e Elissa Knight (Carros) na voz de EVE.

Nunca é “por acaso” que um filme é tão bom, existe sempre uma grande equipe por trás dele!

Um ótimo final de semana pra vocês! 😉


Sobre Helosa Araújo

Graduada em Publicidade e Propaganda e especialista em Moda e Comunicação pela Universidade de Fortaleza, eterna estudante e pesquisadora (tendo como principais temas a fotografia, sociedade, cultura e etnias) e dona do blog Tem Na Fotografia. Teve seu primeiro contato com a fotografia (propriamente dita) em 2005 e depois de trabalhar em vários setores da comunicação se entregou aos clicks em 2007 e hoje não sabe ver uma cena sem um determinado olhar crítico pensando em uma forma de enquadrá-la. Profissionalmente falando, Helosa vivia dividida entre várias categorias da fotografia, passeou como freelancer pela fotografia Social, de Moda, Publicitária, Newborn e Documental, hoje, repórter fotográfica do jornal Diário do Nordeste tenta cumprir o seu papel de comunicadora visual usando a fotografia como sua principal ferramenta.