Angra Rock in Rio 2015


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angra rock in rio 2015

Esse é meu segundo post do Angra, notadamente minha banda de metal nacional #1. Só tenho uma breve avaliação da sua participação na edição do ano de 2015 do Rock in Rio: Angra Rock in Rio 2015 foi docaráleo!

Não meço as palavras para falar do empenho que os integrantes da banda têm para fazerem um show exemplar. De cara, preciso falar que o Bruno Valverde já está maduro na bateria (perdão pelo trocadilho), com a sua “traditional grip” ele desenvolveu muito bem as músicas clássicas e contemporâneas da banda. As guitarras de Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt estavam no grau, volumes numa altura excelente. Felipe Andreoli não demonstra cansaço no seu baixo de 6 cordas, tocando o Two Hands e Pizzicato sem dificuldade de execução. Encerrando pela formação com o vocal destruidor do Fabio Lione, do começo ao fim sustentando as dificuldades naturais das músicas de metal: maestria do agudo ao grave.

Uma surpresa foi a participação do guitarrista Marcelo Barbosa, o qual Rafael Bittencourt anunciou que irá substituir o Kiko durante os compromissos com o Megadeth, mas a participação do Marcelo não é de hoje, em 2011 ele substituiu o Kiko em algumas apresentações. Barbosa tocou as icônicas do Angra (Carry On e Nova Era), mostrando que é capaz de calçar os sapatos do Kiko sem falhas (umas 4 ou 5 notinhas dos solos, mas totalmente compreensível).

Pensei que haveria um clima de despedida e boas vindas na troca de guitarristas, mas os fãs compreenderam que esse momento do Kiko é somente um hiato, e que ele será fiel com as duas bandas.

As participações especiais não param com Marcelo Barbosa, pois Doro Pesch e Dee Snider ajudaram a abrilhantar ainda mais o show. A música Crushing Room, do mais recente álbum do Angra (Secret Garden), foi liderada por Pesch com execução tal qual a de estúdio (uma das preocupações que tenho como apreciador e músico de metal é a discrepância entre as versões de estúdio e ao vivo); aliás, todas as músicas foram executadas muito bem.

Enfim, o show superou as minhas expectativas, ao contrario do desastre de 2011. Tanto a banda, quanto o público, fizeram um show histórico. Estava claro que a banda ficou mais do que contente com o resultado.


sobre Leonardo Pontes

Bacharel em Sistemas de Informação, pós-graduado em Gestão de Projetos, DBA SQL Server, futuro mestre em Informática Aplicada. Aficionado por música, que desde cedo foi uma grande companhia. Transição por bandas de Metal (melódico, power, progressivo, speed, etc.), Chorinho e Samba - eclético, hm? Praticante de artes marciais, onde encontrou o interesse por diversas culturas e mitologias. Curioso tecnológico, analisando as atuais e possíveis futuras tecnologias. "Memento Mori. Carpe Diem." ∴