Casa Amarela oferece o “Cine Freud” em homenagem a Hitchcock


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Todo dia, todo mês e qualquer hora é dia, mês e hora de cinema, de audiovisual. Mas, na Casa Amarela Eusélio Oliveira acontecerá sessões de filme em homenagem ao cineasta Alfred Hitchcock (1899 – 1980) (aquele conhecido simplesmente como “o pai do suspense”) seguidas por debates com pesquisadores e psicanalistas. A dica é válida para quem gosta de suspense, para quem é estudante de cinema ou de psicologia, ou simplesmente para os cinéfilos em geral (porque ninguém é de ferro, não é mesmo?).  A dica também é muito boa para quem pretende aprender um pouco mais sobre críticas de cinema, pode ser um ótimo momento para aprender um pouco mais sobre o próprio Hitchcock e trocar uma ideia com a galera.

A mostra “cine Freud” é fruto do Núcleo de Extensão do Departamento de Psicologia da Universidade Federal do Ceará (UFC) e acontecerá no dias 10, 17 e 24 de Junho, às 14horas com entrada livre. É apenas necessário uma inscrição online ou na Casa Amarela para quem quiser participar.

Detalhes do calendário: No dia 10/06/15, será exibido o clássico “Os Pássaros” (1963) para inaugurar bem as sessões. No encontro seguinte, dia 17/06/15 a exibição será tomada pelo filme “Quando fala o coração” (1945) e, no último dia e para fechar com chave de ouro, o famoso e querido “Psicose” (1960), que talvez seja o filme mais conhecido do cineasta Hitchcock.

"Os Pássaros"

“Os Pássaros” 1963

"Psicose"

“Psicose” 1960

"Quando Fala o Coração"

“Quando Fala o Coração” 1945

Vou confirmar com o Sr. Who’s Nerd? e quem sabe a gente também dê uma passadinha por lá.


Sobre Helosa Araújo

Graduada em Publicidade e Propaganda e especialista em Moda e Comunicação pela Universidade de Fortaleza, eterna estudante e pesquisadora (tendo como principais temas a fotografia, sociedade, cultura e etnias) e dona do blog Tem Na Fotografia. Teve seu primeiro contato com a fotografia (propriamente dita) em 2005 e depois de trabalhar em vários setores da comunicação se entregou aos clicks em 2007 e hoje não sabe ver uma cena sem um determinado olhar crítico pensando em uma forma de enquadrá-la. Profissionalmente falando, Helosa vivia dividida entre várias categorias da fotografia, passeou como freelancer pela fotografia Social, de Moda, Publicitária, Newborn e Documental, hoje, repórter fotográfica do jornal Diário do Nordeste tenta cumprir o seu papel de comunicadora visual usando a fotografia como sua principal ferramenta.